Tag Archives: TEXTOS CRÍTICOS

  • alejandro-lloret-carla-saudades

    Conversa entre Alejandro Lloret e Carla Saudades

    Quando observo esta materialidade orgânica, esta natureza grandiosa que me acolhe, ela se torna uma experiência cultural, se constituindo uma voz que me ensina, me instrui, sobre a partilha, sobre a compreensão, a responsabilidade com o meio ambiente que me completa e me transcende.

  • Ode ao verde-peq

    A força da natureza e seus limites

    Com as suas florestas imaginárias , Alejandro busca o reincantamento da natureza, a partir de uma experiência estética, onde a beleza vem para a obra, com o intuito de recriar significados em nossa existência. Suas paisagens revelam a soma de todos os lugares já que elas não representam a natureza, elas não existem.

  • Primavera_negra_nanquim_pastel_carvao_peq

    Tempos impróprios

    As florestas imaginárias de Lloret trazem como conceito, nuances de uma paisagem em trânsito. Nela, uma pulsão orgânica, convida o expectador a perscrutar, outras versões da natureza em perpétua evolução, se desconstruindo a todo instante, a partir de seus dramas inacabados de um tempo movente que acompanham a existência humana.

  • press3

    Mother Land save me, save me!

    The poetic of Alejandro Lloret, a Cuban-Brazilian artist, has for a leitmotif the building of a personal identity, through the understanding of the idea of space, be it material or mental. From hiper-realistic landscapes to informal abstraction, his work goes beyond the limits of likelihood and, evoking organic forms, touches another question crucial for expatriation: time.

  • press1

    O Chomer da Forma

    Para muitos de nós viver, é uma prisão. O prisioneiro pode ficar na cela por algum tempo ou pela eternidade. O modo como se dá às vidas dos seres humanos, suas dores e suas fraquezas, podem nos fazer pensar numa pena perpétua.

  • Ode ao outro oleo sobre tela 120x250cm 2014

    Pátria mátria, salve salve-me!

    A poética de Alejandro Lloret, artista cubano brasileiro, tem como leitmotif a construção de uma identidade pessoal, por meio do entendimento da ideia de espaço, seja material ou mental. De paisagens hiper-realistas a abstrações informais, sua obra transgride limites de verossimilhança e, evocando formas orgânicas, toca outra questão que lhe é fundamental na lida com a expatriação: o tempo.